O assunto principal desta mensagem é sobre mensagem ensina que pais não devem apenas proteger e fazer tudo pelos filhos, mas discipulá-los, conduzindo-os ao amadurecimento, à responsabilidade pessoal e a uma experiência própria com Deus.
DISCIPULADO – RESPONSABILIDADE – MATURIDADE
Zelo sem discipulado gera filhos dependentes e imaturos
Existe um erro sério quando pais fazem tudo pelos filhos, mesmo com boas intenções. Zelo, cuidado e provisão são necessários, mas não substituem o discipulado. Assim como o pintinho precisa quebrar o ovo sozinho para viver, o filho precisa desenvolver responsabilidade e decisões próprias. Quando alguém ajuda além do limite, atrapalha o crescimento. O esforço faz parte do amadurecimento e não pode ser removido. Pais que resolvem tudo impedem que os filhos se tornem fortes espiritualmente e emocionalmente.
O exemplo de Jó e o perigo de assumir a vida espiritual dos filhos
Jó era íntegro, temente a Deus e zeloso, mas assumia a responsabilidade espiritual dos filhos em vez de ensiná-los a assumir. Ele sacrificava por eles, mas não os conduzia a uma experiência pessoal com Deus. Os filhos viviam banquetes, mas não deixaram legado espiritual. Jó venceu as provações, mas os filhos não permaneceram. Depois das dores, Jó mudou, aprendeu a conhecer Deus profundamente e viveu uma nova fase. Os filhos posteriores foram diferentes porque houve ensino, não apenas provisão.
Discipular exige relacionamento, diálogo e respeito
Ensinar não é o mesmo que aprender; aprender exige interesse e envolvimento pessoal. Pregar ou mandar não transforma ninguém. Discipulado é ouvir, conversar, conhecer o coração e respeitar escolhas para então orientar. Muitos pais falam pelos filhos, decidem por eles e não os escutam. Isso cria distância, rebeldia e confusão. Acompanhar é se relacionar, não controlar. Pais que discipulam seus filhos colhem alegria, paz e uma descendência saudável diante de Deus.
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