O assunto principal desta mensagem e sobre o alerta contra os desvios do cristianismo nos últimos tempos, mostrando como o legalismo rígido e a busca por glória humana têm afastado a igreja da fé verdadeira. A mensagem chama à vigilância espiritual e à rejeição de estruturas mortas ou práticas enganosas. Há um convite claro para retornar a um cristianismo simples, vivo e obediente ao Senhor. Trata-se de um chamado à autenticidade, santidade e preparação para a volta de Cristo.
APOSTASIA — VIGILÃNCIA — FIDELIDADE
Dois desvios que corrompem a fé cristã
Vivemos um tempo em que o cristianismo tem sido distorcido por caminhos extremos e igualmente perigosos.
De um lado, há um fundamentalismo rígido que transforma a fé em algo frio, legalista e sem vida espiritual.
Nesse ambiente, a letra da lei é exaltada acima da ação do Espírito Santo, gerando religiosidade vazia.
De outro lado, surge a busca pela vanglória, onde práticas religiosas se tornam espetáculos emocionais.
A fé passa a ser usada para promover líderes, fama e poder, em vez de arrependimento e transformação.
Esses dois extremos revelam sinais claros da apostasia que marca os últimos tempos.
A glória humana substituindo a glória de Deus
Jesus já advertia que muitos estudariam as Escrituras sem reconhecer o próprio Senhor nelas.
O desejo por reconhecimento humano continua sendo uma armadilha para líderes e igrejas atuais.
Quando a glória pessoal passa a ocupar o centro, a missão do evangelho é corrompida.
Busca-se aplauso, visibilidade e influência, enquanto a obediência e a santidade são deixadas de lado.
Isso gera um cristianismo superficial, incapaz de formar discípulos maduros e preparados.
A fé deixa de ser sal e luz e passa a ser apenas um meio de autopromoção religiosa.
O chamado a um cristianismo vivo e autêntico
Deus não deseja estruturas mortas nem ajuntamentos movidos por emoção manipulada.
O Senhor chama Seu povo a viver uma fé simples, viva e guiada pelo Espírito Santo.
O crescimento verdadeiro acontece em comunidades menores, onde há discipulado e comunhão real.
Famílias e irmãos caminhando juntos refletem melhor o propósito do Reino do que grandes palcos.
Santidade, obediência e amor precisam voltar a ser a base da vida cristã.
Somente assim estaremos preparados para permanecer firmes diante da apostasia e da volta de Cristo
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