A glória e a fartura do Antigo testamento são apenas figuras para nós

A diferença entre a glória material prometida no Antigo Testamento e a glória espiritual esperada no Novo Testamento, enfatizando o chamado para viver em humildade e propagar o Evangelho.

GLÓRIA ESPIRITUAL – HUMILDADE – TESTEMUNHO

A verdadeira glória de Deus
A glória e a prosperidade materiais no Antigo Testamento são representações figurativas de uma realidade espiritual. O objetivo de Deus não é conceder riquezas ou fama terrenas, mas oferecer uma glória espiritual e eterna. A promessa feita ao povo de Israel de prosperidade e domínio material estava atrelada à fidelidade na antiga aliança, mas hoje a aliança é centrada na busca pelo Reino celestial. Deus quer um povo que compreenda sua condição de peregrinos na terra, valorizando mais a plenitude do Espírito Santo do que os bens deste mundo.

A distinção entre o Antigo e o Novo Testamento
No Antigo Testamento, a bênção de Deus se manifestava por meio de riquezas, poder e domínio, como visto nos reinados de Davi e Salomão. No entanto, no Novo Testamento, o foco se desloca para o testemunho e a simplicidade de vida. O exemplo da rainha de Sabá visitando Salomão demonstra como Deus cumpriu Suas promessas de grandeza ao povo de Israel na antiga aliança. Contudo, hoje a glória almejada é ser espiritualmente rico, vivendo com humildade e propagando o Evangelho em todas as nações, sem buscar grandeza ou destaque terreno.

O propósito de ser sal na terra
O povo de Deus não foi chamado para dominar cidades, empresas ou governos, mas para ser como o sal: discreto, espalhado e influenciador. Diferente da centralização do povo de Israel no Antigo Testamento, os cristãos são enviados a todos os reinos do mundo para espalhar o testemunho de Jesus. A busca por riqueza, poder ou reconhecimento neste mundo não reflete o propósito de Deus, que deseja um povo dedicado ao Evangelho, vivendo como Jesus e os apóstolos, simples e fiéis à missão de alcançar vidas para o Reino dos Céus.


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