A necessidade de viver uma verdadeira justiça e retidão diante de Deus, compreendendo que tanto a prática da justiça quanto o arrependimento são essenciais para a salvação.
JUSTIÇA – ARREPENDIMENTO – RETIDÃO
A salvação e Natureza do Pecado No Antigo Testamento, a salvação se dava pelas obras, diante do cumprimento da lei e o serviço a Deus de todo o coração, já no Novo Testamento, a salvação é pela graça, mediante a fé em Cristo Jesus. A graça não anula a lei, mas a completa, pois a lei revela o pecado e a graça cumpre a lei no perfeito Adão: Jesus Cristo, o segundo Adão, que restaura a ruína do pecado, restaura a alma caída dos homens, tira a separação entre Deus e os homens. Esta é uma obra planejada pelo Pai, para reconciliar consigo todas as coisas. O homem e a mulher que recebe uma nova vida pela fé em Cristo, tem o dever de obedecer àquele que o ressuscitou das trevas. Antes aquele que era inimigo, pela restauração por meio de Jesus, é chamado de amigo e o Senhor exige obediência de seus amigos: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.” (João 15:14). Afinal de contas, ele é o SENHOR.
Arrependimento e Consequências do Pecado O conceito de justiça de Deus é que, embora uma vida inteira de retidão seja importante, um único pecado sem arrependimento pode levar à condenação. Da mesma forma, uma vida de erros pode ser completamente redimida através do arrependimento genuíno e prática da justiça. A conversão e o novo comportamento são essenciais para a salvação, refletindo a obra de Deus dentro de nós.
Hipocrisia e Verdadeira Retidão A aparência de retidão não garante a salvação. Deus observa não apenas as ações externas, mas também a motivação e o coração. A hipocrisia pode levar à condenação, mesmo para aqueles que vivem uma vida aparentemente correta. A verdadeira retidão envolve humildade, transformação genuína e um compromisso contínuo com a prática da justiça e o amor ao próximo.
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