O pastor fala sobre a visão bíblica do divórcio, mostrando que, embora Moisés permitisse o divórcio, Deus deseja casamentos duradouros.
CASAMENTO – PERMISSÃO – CONSEQUÊNCIAS
Origem e Permissão do Divórcio: O pastor esclarece que a lei sobre o divórcio, dada por Deus através de Moisés em Deuteronômio 24, não é um mandamento, mas um estatuto que permitia o divórcio em circunstâncias específicas. A lei foi uma concessão para lidar com a dureza dos corações humanos, mas o ideal de Deus é que o casamento seja duradouro e indissolúvel, refletindo o desejo divino por um compromisso permanente.
Ensinamentos de Jesus e do Novo Testamento: Jesus, ao tratar do divórcio, enfatizou que Moisés permitiu o divórcio devido à dureza dos corações, não como um ideal. No Novo Testamento, o apóstolo Paulo reforça que o ideal é a permanência no casamento e que, se ocorrer a separação, o mandamento é que não se case novamente. A reconciliação com o cônjuge original é recomendada, e um novo casamento após uma separação (sem motivo legítimo como, por exemplo, infidelidade conjugal) será problemático e acarretará em problemas espirituais.
Consequências Espirituais e Práticas: O pastor adverte que o divórcio e o novo casamento podem trazer sérios problemas espirituais e afetar a vida cristã. Ele critica a abordagem atual que promove o divórcio como uma solução para a infelicidade e destaca que o verdadeiro amor deve prevalecer. A valorização do casamento como um compromisso sagrado é essencial, e o divórcio deve ser evitado a menos que seja absolutamente necessário, com um forte foco no arrependimento e na reconciliação.
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