Uma guerra em Israel matou cerca de 100.000 e quase extingue a Benjamim.

A guerra de Benjamim, os perigos do pecado e da justiça própria e a a importância de ser um instrumento de salvação.

PECADO – JUÍZO – ARREBATAMENTO

Consequências do Pecado:

Quando o pecado é acolhido e encoberto, os resultados são destrutivos, levando a consequências severas. A guerra entre as tribos de Israel, particularmente contra Benjamin, trouxe morte e desolação para todos os envolvidos, não apenas para os culpados. A falta de uma liderança moral e espiritual sólida fez com que todos fizessem o que bem entendessem, vivendo em pecado e carnalidade. A consequência foi uma guerra devastadora e um alto custo em vidas humanas.

Justiça de Deus:

O desejo de fazer justiça pelos próprios meios é perigoso, pois muitas vezes se mistura com vingança e orgulho. Embora Israel buscasse punir os maus homens, a resposta de Deus veio em forma de justiça abrangente, que alcançou tanto os pecadores de Benjamin quanto os de Israel. Mesmo com uma intenção justa, Israel sofreu pesadas perdas, demonstrando que a justiça humana, sem a orientação de Deus, pode se tornar desmedida e destrutiva.

Humildade e Salvação:

É fundamental entender que o papel de fazer justiça não cabe ao ser humano, mas a Deus. A lição de humildade ensinada é que devemos nos concentrar em pregar o evangelho e cuidar de vidas, e não em buscar vingança ou corrigir o que achamos errado. O propósito é ser instrumento de salvação, como Jesus, que veio para salvar e não para condenar. A verdadeira missão é conduzir outros a Deus, ao invés de querer corrigir o mundo à nossa maneira.


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