A mensagem aborda o perigo da mornidão espiritual e a necessidade de um esforço constante para manter a fé viva e fervorosa, evitando a acomodação que leva ao distanciamento de Deus.
MORNIDÃO – ESFORÇO – CONSTÂNCIA
Perda da Fervura Espiritual
A tendência natural é que a fervura espiritual diminua com o tempo se não houver um esforço contínuo para manter o fervor espiritual e intensidade. A comparação com a água fervente ilustra como, sem um estímulo constante, a espiritualidade tende a esfriar e alcançar uma mornidão. O estado de mornidão espiritual é perigoso, pois resulta na acomodação, onde a prática religiosa se torna uma rotina sem transformação pessoal ou crescimento espiritual.
A Falta de Referências Espirituais
Assim como na época de Josué, a ausência de líderes espirituais fervorosos pode levar a um enfraquecimento da fé e à apostasia. Quando as referências que chamavam o povo à santificação e à obediência desaparecem, a tendência é que a geração seguinte se desvie. Na maioria das igrejas não se mantém um ambiente que estimule a fervura espiritual, permitindo que os membros se acomodem e se tornem mornos.
A Necessidade de Esforço Pessoal
A condição espiritual é influenciada pela disposição individual para buscar e manter o fervor. Mesmo após a conversão e batismo, a fé deve ser alimentada através de esforços contínuos como uma vida de oração e meditação na palavra, comunhão e consagrações, jejuns, etc. Sem esse esforço, a tendência é que a fé se esfrie, levando à condenação. A salvação requer um comprometimento ativo para se manter fervoroso e não se conformar com a mediocridade espiritual.
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